quarta-feira, 2 de setembro de 2015

USO DO DRONE NA MINERAÇÃO

AVALIAÇÃO DE PRECISÃO, ECONOMIA DE TEMPO E SEGURANÇA

Quanto tempo dura e qual o re
ndimento de um levantamento com VANT/Drone? Do voo aos produtos finais? Qual é a precisão do volume calculado a partir do modelo digital de terreno? Como esta técnica pode contribuir para a segurança dos inspetores? Os autores discutem estas e outras questões, enfocando as experiências adquiridas pela “Global Vision”, uma empresa com sede na África do Sul, que oferece serviços com Drone para locais de mineração na África do Sul e Namíbia.

A Global Vision desenvolveu seu próprio “Multi rotor” (Figura 1). O helicóptero tri-rotor pré-programável com seis hélices está equipado com um sistema de piloto automático DJI e uma câmera de 24 megapixels. Um GNSS embarcado que fornece estimativas das posições da imagem, que são transmitidos em tempo real através de um link de dados de 900mhz, um laptop em chão constitui a base em uma zona segura da mina (Figura 2). O Drone sobrevoa o local e captura milhares de imagens, o operador não requer habilidades especiais, o helicóptero é leve e decola automaticamente, captura imagens em um padrão de grade e volta ao seu ponto de partida com um pouso seguro. Se ocorrer qualquer problema, o Drone está programado para voar de volta ou aterrissar.

CENTRO GEODÉSICO DA AMÉRICA DO SUL, ESTUDO E VERIFICAÇÃO DO MARCO GEODÉSICO

RESUMO

As ciências ligadas ao estudo da localização, posicionamento e mensuração das formas e medidas do globo terrestre dependem inequivocamente de um referencial fixo que contemple elementos geométricos, trigonométricos e geodésicos devidamente relacionados, necessitam de referências consolidadas, materializadas. Portanto, este trabalho tem o objetivo de reafirmar a posição oficial do Centro Geodésico da América do Sul, marco situado na capital mato-grossense; monumento de extrema relevância no contexto cartográfico, estratégico, histórico, cívico e turístico. É necessário reiterar sua posição, já que foi constatado neste trabalho que o segmento turístico e jornalístico regionais tem colocado em dúvida a veracidade da localização do Centro Geodésico da América do Sul materializado pela Comissão Rondon; dado quando remetem sua localização ao município de Chapada dos Guimarães e ao Distrito do Coxipó do Ouro, curiosamente ambos com exponencial potencialidade turística. Porém não apresentam em suas insinuações conclusões técnicas definidas sobre o deslocamento proposto, tratando-se apenas de fruto de especulação do tema em benefício de atividades comerciais, divergindo completamente de sua verdadeira finalidade; um marco referencial pleno e imutável que culminou na elaboração das primeiras cartas topográficas prestigiando toda extensão territorial nacional. Diante dos dados obtidos evidencia-se o equívoco exposto pelos setores turístico e jornalístico, e a condição de dúvida e incerteza de sua localização gerada entre e população local e turistas.
Palavras chave: referencial; localização; deslocamento.

L.A Topografia e georreferenciamento

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domingo, 7 de dezembro de 2014

Cadastro Ambiental Rural (CAR)





O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais. Consiste no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL), remanescentes de vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública, com o objetivo de traçar um mapa digital a partir do qual são calculados os valores das áreas para diagnóstico ambiental.

Ferramenta importante para auxiliar no planejamento do imóvel rural e na recuperação de áreas degradadas, o CAR fomenta a formação de corredores ecológicos e a conservação dos demais recursos naturais, contribuindo para a melhoria da qualidade ambiental, sendo atualmente utilizado pelos governos estaduais e federal.

No governo federal, a política de apoio à regularização ambiental é executada de acordo com a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, que criou o CAR em âmbito nacional, e de sua regulamentação por meio do Decreto nº 7.830, de 17 de outubro de 2012, que criou o Sistema de Cadastro Ambiental Rural - SICAR, que integrará o CAR de todas as Unidades da Federação.

Na Amazônia, o CAR já foi implantado em vários estados, constituindo-se em instrumento de múltiplos usos pelas políticas públicas ambientais e contribuindo para o fortalecimento da gestão ambiental e o planejamento municipal, além de garantir segurança jurídica ao produtor, dentre outras vantagens. O Ministério do Meio Ambiente tem trabalhado ativamente para a implementação do CAR na região, por meio de projetos tais como: Projeto de Apoio à Elaboração dos Planos Estaduais de Prevenção e Controle dos Desmatamentos e Cadastramento Ambiental Rural; Projeto Pacto Municipal para a Redução do Desmatamento em São Félix do Xingu (PA) e Projeto de CAR, em parceria com a TNC (The Nature Conservancy), este último, encerrado em dezembro de 2012.

Além desses, o MMA, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), desenvolveu programa específico voltado às instituições públicas e privadas interessadas em elaborar projetos de de CAR, no âmbito do Fundo Amazônia, cujo gestor é o próprio banco.

Para mais informações sobre o CAR, acesse o site www.car.gov.br



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Ministro pediu eunicio que cedesse parte da fazenda invadida ao MST






O vice-presidente Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o ex do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, se reuniram com o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), para discutir a invasão das terras do senador. A informação está na coluna do jornalista Felipe Patury, da Época.
No meio da conversa, Rossetto pediu a Eunício que cedesse dez alqueires aos invasores. Eunício se enfureceu. “O quê? Tenho uma reintegração de posse que não foi cumprida. Além disso, a fazenda não pode ser usada para a reforma agrária porque foi invadida. Você não conhece a lei?” Rosseto não respondeu.

Deputado quer liberar compra e venda de armas de fogo






Proposta do deputado Rogério Peninha (PMDB-SC) quer revogar o estatuto do desarmamento que restringe venda de armamento apenas para civis e militares

Rogério Peninha (PMDB-SC) quer criar normas para liberar o comércio de armas e revogar normas do Estatuto do Desarmamento; Câmara vai debater projeto
FOTO: AG. CÂMARA

O projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento (PL 3722/12) será tema deaudiência pública nesta quarta-feira (26). O debate será promovido pela comissão especial que analisa o polêmico projeto, a pedido do deputado Marcos Montes (PSD-MG). "Esse projeto não é pra permitir a justiça com as próprias mãos, mas pelo menos dá umasensação maior de segurança para as famílias, nas suas casas, nas suas fazendas. O porte de arma já existe. Isso não é novidade. O que nós estamos fazendo é uma regulamentação desse assunto", afirma o parlamentar.

A proposta, de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), retira as restrições do atual estatuto ao porte particular de armas por civis e cria normas para a comercialização delas e das munições.

Na atual lei (10.826/03) o porte de armas por civis é permitido somente quando a necessidade for comprovada. Neste caso, o portador poderá usar, mas somente com registro no Comando do Exército, por tempo limitado. No novo texto, não há mais a exigência de uma justificativa de necessidade, nem prazo para o porte de arma para civis. Além disso, o projeto reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para adquirir arma de fogo.

Participação popular

Informações sobre a tramitação do PL 3722/12 estão entre os assuntos mais solicitados pelo público junto à Câmara com base na Lei de Acesso à Informação (12.527/11). O tema também ocupa o terceiro lugar entre as enquetes abertas no Portal da Câmara, com mais de 197 mil votos.

Fonte: Diário do Nordeste

Categoria abandonada pelo município de Sobral!




Uma classe que uma dia sonhou, e talvez ainda sonha em pelo menos “existir”, e ter dias melhores.
É triste ver profissionais concursados serem “extintos”, último e único concurso no ano de 2006, efetivo atual menos de 12 Agentes.
Não tem efetivo, não tem equipamentos, e os poucos que “ainda existem caem aos pedaços”(motos, viatura) um plano de cargos, carreiras e salários, (Que tem o objetivo principal de estabelecer uma política eficaz para a ascensão profissional dos seus agentes, de acordo com suas aptidões e desempenho.) Isso nem pensar, talvez seja por isso que muitos que estão nesta foto já migraram para outros empregos.
Essa é a triste e dura realidade dos Agentes de Trânsito da cidade de Sobral-Ce.

“Feliz do homem que luta e acredita em seus Sonhos e Objetivos de uma vida melhor.”
(Luiz Carlos Bezerra)


Fonte:Sobral 24 horas